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Conteúdo para IA: como aumentar suas chances de citação

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Se você trabalha com marketing ou SEO, já deve ter ouvido essa frase em alguma reunião: ninguém mais clica em nada, pra que ainda vamos investir em conteúdo?. A dúvida é legítima, a forma como as pessoas pesquisam mudou, o Google passou a responder mais consultas diretamente na própria página de resultados e ferramentas como ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot passaram a participar cada vez mais da descoberta de informações e marcas.

Mas isso não significa que ninguém mais clique, significa que a jornada de busca ficou mais complexa. O usuário pode descobrir uma marca no Google, encontrar uma resposta em uma IA, comparar alternativas em diferentes plataformas e só depois chegar ao site ou tomar uma decisão sem visitá-lo.

Para quem trabalha com conteúdo, isso muda a pergunta. Em vez de pensar apenas em como conquistar uma posição no Google, é preciso entender como uma informação é encontrada, recuperada e escolhida como fonte por diferentes mecanismos.

É nesse cenário que SEO e GEO se encontram. O SEO continua sendo a base da encontrabilidade, enquanto o GEO amplia essa lógica para as experiências generativas. Neste conteúdo, vamos entender como as IAs selecionam as fontes que citam, por que a infraestrutura técnica continua importante e o que torna um conteúdo mais relevante para essa nova jornada de busca.

Zero Click: o que muda para o SEO na era da IA

Em 2026, 68% das buscas não geram nenhum clique. O fenômeno Zero Click não nasceu com a IA generativa: em 2016, cerca de 45% das buscas já terminavam sem clique, e esse percentual cresceu ao longo dos anos.

Mas o número, isoladamente, pode levar a uma conclusão errada: a de que o clique deixou de existir ou que investir em SEO perdeu sentido. O ponto é entender quais dessas buscas realmente tinham potencial de gerar tráfego. Dos 68% de buscas sem clique:

  • 29% levam a uma nova busca, quando o usuário reformula ou aprofunda a consulta;
  • 39% não geram nenhuma ação, geralmente em pesquisas simples, como verificar a grafia de uma palavra ou a idade de uma pessoa.

Ou seja, parte relevante do Zero Click é formada por buscas que não tinham potencial de gerar tráfego para um site em primeiro lugar. A questão passa a ser identificar onde ainda existe oportunidade real de aquisição. E, entre as buscas que geram cliques, o SEO tradicional continua relevante. Dos 32% que resultam em algum clique:

  • 66% vão para a SERP tradicional;
  • 27,4% acontecem a partir do AI Overview;
  • 6% vão para anúncios pagos.

O cenário, portanto, não é simplesmente uma migração do Google para as IAs. A jornada de busca está se fragmentando entre diferentes experiências e existe uma diferença importante entre elas: aparecer bem no Google não garante presença nas respostas de IA. Uma análise da Ahrefs encontrou, em média, apenas 12% de sobreposição entre os resultados do Top 10 do Google e do Bing e as fontes citadas por ChatGPT, Perplexity, Gemini e Copilot.

Na prática, SEO continua sendo fundamental, mas já não explica sozinho a visibilidade de uma marca. SEO e GEO precisam trabalhar juntos para ambientes de descoberta que funcionam de maneiras diferentes.

O que mudou no SEO?

No SEO tradicional, as consultas tinham, em média, 4 palavras e eram frequentemente formadas por fragmentos, como “tênis de corrida comprar”. O objetivo era conquistar uma posição entre os 10 links azuis, e métricas como ranking e CTR concentravam boa parte da avaliação de sucesso. A autoridade, por sua vez, era fortemente associada aos backlinks que apontavam para um site.

Hoje, as buscas têm, em média, 23 palavras e se aproximam cada vez mais de perguntas completas, impulsionadas pela busca conversacional e pelo uso cotidiano de assistentes de IA. Em vez de apenas apresentar uma lista de páginas, os sistemas podem entregar uma resposta sintetizada a partir de diferentes fontes.

Estar bem posicionado no Google continua relevante, mas já não é a única forma de uma marca aparecer durante uma busca. Em experiências generativas, ser selecionado como fonte e citado na resposta passa a ser outra camada de visibilidade. A autoridade também ganha novas dimensões, com menções e citações confiáveis à marca além dos links tradicionais.

E essa mudança não significa necessariamente perder todo o tráfego. Segundo um estudo da Previsible, o tráfego proveniente de ferramentas de IA cresceu quase 10 vezes nos últimos 12 meses. O cenário aponta para uma mudança mais ampla: o objetivo do conteúdo deixa de ser apenas gerar visitas e passa a ser aumentar a encontrabilidade (findability) da marca em diferentes ambientes de busca e descoberta.

Como as IAs selecionam fontes e por que o SEO continua importante

Uma resposta gerada por IA não depende apenas do conhecimento adquirido durante o treinamento do modelo. Em muitas experiências, o sistema também pode recuperar informações de fontes externas antes de formular a resposta.

No Google, a busca tradicional passa por etapas como rastreio, indexação e classificação. O mecanismo encontra páginas, organiza as informações disponíveis e determina quais resultados são mais relevantes para cada consulta. É essa infraestrutura que permite, por exemplo, que uma busca por vestidos de festa encontre páginas relacionadas ao tema em vez de resultados sobre produtos completamente diferentes.

Em sistemas generativos, pode existir uma etapa adicional de recuperação de informações, conhecida como RAG (Retrieval-Augmented Generation). O sistema busca conteúdos relevantes em uma ou mais fontes, recupera trechos relacionados à consulta e fornece esse contexto ao modelo para ajudar na construção da resposta.

Isso ajuda a explicar por que SEO técnico continua sendo uma parte importante da visibilidade em ambientes de IA. Se um conteúdo não pode ser encontrado, acessado ou compreendido pelos sistemas responsáveis pela recuperação, suas chances de participar desse processo diminuem. Mas isso não significa que ranking no Google, indexação e citação em IA sejam a mesma coisa: cada sistema possui mecanismos próprios de recuperação e seleção de fontes.

Query fan-out: como as IAs transformam uma busca em várias consultas

O Query fan-out é um dos conceitos que ajudam a explicar por que a lógica de pesquisa mudou com a chegada das experiências generativas. O Google já descreveu publicamente o uso desse mecanismo para decompor uma consulta em diferentes buscas relacionadas antes de construir uma resposta.

Quando você faz uma pergunta para uma IA, o sistema pode interpretar o prompt como um conjunto de necessidades menores. A partir daí, diferentes subqueries são utilizadas para buscar informações relevantes nos índices e fontes disponíveis. O resultado dessas recuperações contribui para a construção da resposta final.

Essa dinâmica muda a forma de pensar a otimização de conteúdo. Em vez de produzir uma página pensando em uma única palavra-chave ou pergunta, é preciso considerar os diferentes caminhos de busca relacionados àquele tema. Um mesmo conteúdo pode responder a dúvidas definicionais, comparativas, avaliativas, transacionais ou específicas de um determinado contexto.

É aqui que entra o Fan-out Reverso. Em vez de começar por um prompt e tentar prever todas as consultas que uma IA fará, a lógica parte das palavras-chave e dos temas nos quais o site já possui relevância para inferir quais perguntas e prompts relacionados podem representar oportunidades de visibilidade.

Essa inferência, porém, tem limitações. Os prompts variam conforme a forma como cada pessoa pesquisa, seu contexto, histórico e objetivo. Por isso, não existe hoje uma equivalência direta entre keyword research e prompt research. O levantamento de palavras-chave continua sendo útil, mas precisa ser complementado pela compreensão das diferentes perguntas e necessidades que podem existir em torno de um mesmo tema.

SEO técnico para IA: a base para tornar seu conteúdo encontrável

Antes de pensar em escrita, existe uma camada anterior: a capacidade de os mecanismos encontrarem, acessarem e interpretarem o conteúdo do site. Sem essa base, produzir um conteúdo excelente não garante que ele será recuperado por buscadores ou sistemas de IA.

Renderização (SSR x CSR)

Conteúdos importantes precisam estar acessíveis aos mecanismos que rastreiam o site. Quando informações essenciais dependem de JavaScript para serem carregadas, a capacidade de diferentes crawlers de acessar esse conteúdo pode variar. Por isso, vale verificar se textos, links e outros elementos importantes continuam disponíveis sem depender exclusivamente da execução de JavaScript.

Arquitetura e links internos

O conteúdo também precisa estar conectado ao restante do site. Uma arquitetura lógica, com links internos relevantes e relações claras entre páginas, ajuda os mecanismos a entenderem quais conteúdos existem, como eles se relacionam e qual é a importância de cada um dentro do tema.

Dados estruturados

O Schema Markup pode adicionar contexto sobre elementos como organização, autor, produto ou conteúdo editorial. Ele funciona como uma camada complementar de interpretação, mas não substitui o conteúdo visível nem garante que uma página será recuperada ou citada por uma IA.

Crawlers e acesso

Também é importante entender quais robôs estão acessando o site e quais estão sendo bloqueados pelo robots.txt. Uma configuração excessivamente ampla pode impedir o acesso de crawlers relevantes para determinadas experiências de busca e recuperação por IA. Os logs do servidor ajudam a identificar esse comportamento na prática.

Case Lenvie: como SEO ajudou uma marca a ganhar espaço no AI Overview

Teoria ajuda a entender o cenário, mas um caso real mostra como essa lógica aparece na prática. A Lenvie, marca de perfumaria de ambientes e corporal, registrou crescimento em citações e menções em ferramentas de IA, segundo dados públicos de ferramentas de mercado.

Um exemplo aparece no Google para a busca “qual a marca de vela aromática mais cheirosa”. No AI Overview, a resposta destaca tanto a Granado, marca consolidada no mercado, quanto a Lenvie, uma marca mais recente. O ponto relevante não é apenas a presença da Lenvie, mas o fato de uma marca menor conseguir aparecer ao lado de uma referência estabelecida na categoria.

O caso reforça uma ideia importante para SEO e GEO: tamanho e tempo de mercado não são, sozinhos, determinantes para a visibilidade em experiências generativas. O trabalho realizado pela Lenvie esteve concentrado em fundamentos de SEO e conteúdo, especialmente na forma como as páginas respondiam às buscas e como a marca era contextualizada dentro da categoria.

 

Entre os principais movimentos estavam:

  • Conteúdo alinhado à intenção de busca: atualização das categorias de produtos para responder melhor às necessidades relacionadas a fragrâncias, aromas e coleções;
  • Ampliação da cobertura semântica: inclusão de termos genéricos e não apenas comerciais nos H1, criando novas portas de entrada para usuários que ainda não conheciam a marca.
  • Contextualização da categoria: uso de um vocabulário mais amplo relacionado ao mercado de aromas e velas, conectando os produtos da Lenvie às buscas e conceitos usados pelos consumidores.

O resultado mostra que SEO não perde relevância quando a busca incorpora IA. O que muda é o destino dessa otimização: além de conquistar posições nos resultados tradicionais, o conteúdo precisa fornecer informações que possam ser encontradas, relacionadas e utilizadas em diferentes experiências de busca.

5 passos para criar conteúdo com potencial de citação em IA

Com a base técnica resolvida, o próximo desafio é editorial: produzir conteúdos que sejam relevantes, compreensíveis e úteis o suficiente para serem recuperados e utilizados por sistemas de IA. Não existe uma fórmula que garanta uma citação, mas existem princípios que aumentam a qualidade da fonte.

1. Analise onde sua marca já aparece

Antes de sair produzindo conteúdo novo, entenda o que já está funcionando. Identifique quais páginas recebem tráfego de ferramentas de IA, quais conteúdos aparecem em respostas generativas e como os concorrentes estão sendo citados.

Um estudo da Ahrefs mostrou que 88% das URLs citadas pelo ChatGPT também aparecem nos resultados de busca tradicional, enquanto os demais 12% vêm de notícias e conteúdo acadêmico. O dado reforça um ponto importante: SEO e GEO não são estratégias independentes. A presença nos mecanismos de busca continua sendo uma base relevante para a descoberta de conteúdo por sistemas de IA.

A análise também pode revelar onde estão as lacunas: conteúdo pouco aprofundado, informações desatualizadas, problemas de rastreabilidade, arquitetura ou falta de cobertura de determinados temas.

Na hora de produzir ou revisar o conteúdo, alguns princípios ajudam a tornar a informação mais clara:

  • BLUF (Bottom Line Up Front): apresente a resposta principal primeiro e desenvolva o contexto depois;
  • Linguagem declarativa: deixe claro o que os dados permitem afirmar, evitando construções excessivamente vagas ou hesitantes;
  • Especificidade: cite marcas, ferramentas, dados, estudos e exemplos concretos em vez de recorrer a afirmações genéricas;
  • Repetição com propósito: retome conceitos importantes ao longo do conteúdo apenas quando cada menção acrescentar uma nova camada de informação.

Um exemplo aparece em um conteúdo produzido para a Fisher sobre fogão e cooktop. A resposta começava diretamente com a informação de que o fogão tradicional era mais acessível, e esse trecho acabou aparecendo no AI Overview. O caso ilustra um princípio simples: quando uma informação é relevante para a consulta, clareza ajuda a tornar explícito o que a fonte está afirmando.

2. Produza conteúdo que demonstre experiência e autoridade

Para competir pela atenção dos sistemas de IA, não basta repetir informações disponíveis em dezenas de outras páginas. O conteúdo precisa demonstrar experiência, conhecimento e capacidade de aprofundar o assunto.

É aqui que entram os princípios de E-E-A-T e o que podemos chamar de Content Effort: o esforço real colocado na pesquisa, na análise e na construção de uma perspectiva própria.

Isso pode aparecer em dados e pesquisas originais, entrevistas, casos reais, exemplos próprios, contribuições de especialistas, conteúdo gerado por usuários e mídia produzida pela própria marca. O uso de IA também pode fazer parte do processo, desde que exista revisão e contribuição humana na construção do conteúdo.

Um exemplo é o trabalho desenvolvido para a Tyre Shop sobre o significado de JDM (Japanese Domestic Market). O conteúdo conquistou a primeira posição orgânica em português para o termo, competindo com veículos especializados com longa tradição no segmento. Experiência e profundidade podem permitir que uma marca dispute atenção com players mais antigos quando o conteúdo realmente responde à necessidade do usuário.

3. Construa autoridade além do seu próprio site

A autoridade de uma marca não é construída apenas dentro das páginas que ela controla. Backlinks, menções em veículos relevantes, relações públicas digitais, vídeos, comunidades e outras referências externas ajudam a construir o contexto em que uma marca é reconhecida.

Isso também significa olhar para a reputação digital de forma mais ampla. Informações inconsistentes, avaliações negativas recorrentes ou diferentes versões sobre a mesma empresa espalhadas pela web podem afetar a percepção sobre a marca.

O objetivo não é simplesmente acumular menções, mas construir uma presença coerente e confiável nos ambientes em que o público e os mecanismos de busca encontram informações sobre a empresa.

4. Diversifique os formatos de conteúdo

A descoberta de uma marca não acontece apenas em páginas de texto. Vídeos, imagens, fóruns e outras plataformas também podem fazer parte da jornada de pesquisa e descoberta de informações.

Para marcas que vendem produtos, por exemplo, tutoriais, demonstrações e comparativos em vídeo podem complementar conteúdos estratégicos do blog. O mesmo conteúdo pode, assim, responder a diferentes necessidades e formatos de busca.

Mais do que produzir conteúdo em todos os canais, a lógica é usar cada formato quando ele acrescenta informação que o formato anterior não entrega tão bem.

5. Construa conteúdo para a jornada

Uma consulta raramente representa toda a necessidade de informação de um usuário. Em sistemas generativos, uma pergunta pode ser desdobrada em diferentes subconsultas, cada uma buscando informações específicas para construir a resposta final.

Por isso, a estratégia de conteúdo não deve partir apenas de uma palavra-chave isolada. É preciso mapear as dúvidas que aparecem antes, durante e depois da decisão e entender quais delas precisam ser respondidas pela marca.

O time de atendimento pode ser uma fonte importante para esse mapeamento: perguntas recorrentes, objeções, comparações e dúvidas de clientes revelam necessidades que nem sempre aparecem em uma pesquisa tradicional de palavras-chave.

O objetivo é construir um conjunto de conteúdos que acompanhe a jornada completa — da descoberta à consideração e à decisão — em vez de criar páginas isoladas para capturar termos específicos.

Quer aprofundar essa estratégia? Entenda como construir autoridade sobre um tema e fazer com que sua marca seja reconhecida como referência nas buscas em nosso conteúdo “Topical Authority: como se tornar a referência nas buscas”.

Onde o clique ainda importa

O crescimento das buscas sem clique não significa que todo tráfego perdeu valor. A questão é identificar quais buscas ainda representam uma oportunidade real de aquisição e criar uma experiência que justifique o próximo passo.

Pesquisas, comparações, avaliações, guias aprofundados e páginas de produto continuam relevantes justamente porque oferecem informações que uma resposta resumida nem sempre consegue substituir. Nesses casos, o usuário tem um motivo concreto para sair da SERP ou da resposta de IA e continuar a jornada no site.

Por isso, a estratégia não deve ser maximizar cliques a qualquer custo, mas entender onde o clique representa uma etapa importante da decisão e construir conteúdo capaz de capturá-lo.

O que evitar ao criar conteúdo para SEO e GEO

Por fim, alguns erros podem comprometer uma estratégia que, até aqui, foi construída sobre fundamentos sólidos.

  • Usar IA sem direção editorial: ferramentas generativas podem acelerar a produção, mas comandos genéricos tendem a gerar conteúdo genérico. Quanto mais contexto sobre marca, público, produto e posicionamento, maior a possibilidade de produzir algo realmente relevante;
  • Criar conteúdo em escala sem critério: publicar centenas ou milhares de páginas geradas por IA não significa ampliar a presença orgânica. Sem originalidade, utilidade e revisão, o volume pode apenas aumentar a quantidade de páginas de baixo valor no site;
  • Buscar atalhos técnicos para conseguir citações: não existe formatação, markup ou técnica isolada capaz de garantir presença em respostas generativas. A visibilidade depende da combinação entre rastreabilidade, relevância, qualidade, autoridade e capacidade de responder à necessidade do usuário;
  • Tratar SEO e GEO como estratégias separadas: o objetivo não é escolher entre aparecer no Google ou nas IAs. É construir uma presença digital que possa ser encontrada, compreendida e considerada relevante em diferentes ambientes de busca.

O que fazer a partir de agora

Se você chegou até aqui, a principal conclusão é simples: GEO não substitui SEO, ele amplia o campo em que o SEO precisa funcionar. Indexação, arquitetura, autoridade e qualidade de conteúdo continuam sendo fundamentais. O que muda é a forma de pensar visibilidade: além de disputar posições, sua marca precisa estar presente nas informações que os mecanismos recuperam e utilizam para construir respostas.

Em vez de otimizar apenas para uma palavra-chave, é preciso considerar as diferentes consultas que podem levar à sua marca. E, em vez de medir apenas posição e tráfego, acompanhar também citações, menções e presença nas respostas de IA.

Quer continuar aprofundando o tema? No webinar “AI Visibility: estratégias para ser citado em cada IA”, mostramos como adaptar a estratégia de visibilidade para diferentes mecanismos generativos e quais fatores considerar para aumentar as chances de sua marca aparecer nas respostas.

Henrique Zampronio
Henrique Zampronio
Com mais de 8 anos de experiência, atuo como Head de SEO e GEO e sou sócio do hub40. Ao longo da minha trajetória, liderei equipes técnicas com mais de 30 profissionais, desenvolvendo estratégias focadas em performance e crescimento orgânico.
Especialistas participantes:

Hugo Shigueo

Head de Conteúdo SEO

Formado em Física, mas descobriu no SEO de conteúdo um mundo novo e deslumbrante. Já traçou a estratégia e garantiu o crescimento orgânico de e-commerces de diversos tamanhos, nichos e públicos-alvo. Atualmente é coordenador de conteúdo na liveSEO.

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